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Híbrido, presencial ou remoto: qual é o futuro do trabalho?

Com o rápido crescimento da pandemia do novo coronavírus, a rotina profissional de funcionários e empresas foi alterada às pressas, em vários países do mundo. Mesas de trabalho ficaram vazias, a fila até a máquina de café em meio ao coffee deixou de existir e a falação nos corredores deu lugar ao silêncio. O escritório corporativo passou a ser a casa ou apartamento dos colaboradores e as reuniões de executivos e líderes foram reduzidas a encontros por videoconferências.

Quase um ano e meio depois nos vemos diante de uma promessa de um “novo normal”. Empresas querem retomar o presencial com todas as medidas de segurança. Mas a realidade é que uma jornada de oito horas dentro de um pequeno escritório não parece tão atrativo assim para os colaboradores. Dá só uma olhada nessa pesquisa da empresa We Work sobre a percepção do futuro do trabalho para funcionários.

Uma das descobertas mais surpreendentes da pesquisa é que os funcionários querem tanto flexibilidade que estariam dispostos a abrir mão de alguns benefícios e vantagens que recebem do empregador. Assim, 75% abririam mão de pelo menos um benefício ou vantagem, incluindo cobertura de seguro-saúde, bônus em dinheiro e folgas remuneradas pela liberdade de escolher seu ambiente de trabalho.

O que isso diz da nossa sociedade? Seria o momento de empresas enxergarem o modelo híbrido como um benefício a ser incluído e oferecido aos funcionários? A resposta para essa e tantas outras perguntas você confere no bate-papo “O futuro do trabalho é híbrido?” com a presença do Darwinista Digital e Futurista Certificado, Carlos Piazza.